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Arquivo de 2007

Sugestões de leitura (6)

Sábado, 8 de Setembro de 2007

Sugestões de leitura (5)

Domingo, 2 de Setembro de 2007

Lembram-se do Velho do Restelo?

Sábado, 25 de Agosto de 2007

Os anti-OGM têm muitas semelhanças como esta figura.

Um artigo que vale a pena ler:

OS RISCOS DOS TRANSGÉNICOS

[...]

Os críticos dos OGM não têm argumentos suficientes para os contestar com base nos riscos conhecidos. Habitualmente recorrem ao fantasma dos riscos hipotéticos que ainda não conhecemos. Defendem uma filosofia de risco mais conservadora que a filosofia seguida pelas autoridades reguladoras. Defendem que, dado que os seres vivos e os sistemas ecológicos são demasiado complexos, não devemos introduzir inovações artificiais com efeitos desconhecidos e potencialmente prejudiciais à saúde humana ou ao ambiente.

A abordagem conservadora dos críticos dos OGM tem dois problemas. Em primeiro lugar, os conservadores só o são nesta matéria específica. Mas, para funcionar, o conservadorismo tem de ser uma receita universal em relação a todos os riscos desconhecidos. Quem for conservador em relação aos OGM tem forçosamente de o ser em relação a outras inovações tecnológicas ou sociais. Quem for contra um tipo de inovação porque ela interfere com o desconhecido, tem de ser contra todas, porque não é possível saber a priori qual é que dará origem a um desastre. Em segundo lugar, o conservadorismo conduz a sociedade à estagnação. Uma sociedade que não corre riscos desconhecidos também não colhe os benefícios da inovação.

[...]

“Direito constitucional à não poluição”!?!

Sábado, 18 de Agosto de 2007

Defendendo o direito constitucional à não poluição

Chegado da praia, vejo na SIC um atrasado mental a explicar que destruiu um hectare de milho, cultivado legalmente, porque pretende defender o direito constitucional à não poluição, e que o agricultor nem sequer estava bem consciente daquilo que lá tinha plantado. No fundo, estes vândalos, que pelo que vi na reportagem da SIC e facilmente se constata na foto acima, não tomam um chuveiro desde a Primavera, numa atitude que contribui decisivamente para a poluição visual e para a destruição da camada de ozono, tiveram direito a escolta da GNR, não fosse a população indignar-se. Nada como as nossas polícias, com as suas barrigudinhas figuras, para proteger a integridade física dos violadores da propriedade privada, numa missão de educação do povo.

Perante a apatia das autoridades não se espantem que haja quem fique com vontade de acertar o passo a esta escumalha.

Seguindo a mesma lógica, e tendo em conta que estes tipos pouco mais fazem do que libertar dióxido de carbono para a atmosfera, aqueles que decidissem lhes “acertar o passo” não estariam também apenas a defender “o [seu] direito constitucional à não poluição”?

Como alguém comentou, idiotas de férias…

Às vezes a Matemática não é tão simples como parece

Domingo, 12 de Agosto de 2007

Encontrei hoje este artigo, que mostra que às vezes a Matemática engana… Já é um pouco antigo, mas para quem ainda não conhecer, penso que vale a pena ler.

Algumas das coisas lá ditas sempre me pareceram mais ou menos óbvias, e já tinha verificado que muitas pessoas erram a fazer contas com percentagens, mas a questão da média das velocidades, nunca me tinha apercebido dela!

Sugestões de leitura (4)

Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007

Entrevista da Visão a um dos fundadores do PS:

Não param de nos surpreender…

Sugestão para acabar com alguns “abusos”:

Uma discussão interessante…

Uma observação pertinente

Terça-feira, 24 de Julho de 2007

Um texto do blog A Blasfémia:

Será que a lei é mesmo para cumprir?
A propósito da recusa da Madeira em aplicar a lei do aborto tornou-se popular a ideia de que a lei é para cumprir. Ora, este súbito legalismo é uma novidade na política portuguesa e, de qualquer das formas, não tem qualquer fundamento. Sempre vivemos com leis que ninguém cumpre, sendo a antiga lei do aborto o exemplo mais evidente. E na altura não me lembro de aqueles que agora dizem que a lei é para cumprir dizerem que as mulheres deviam ir para a prisão por abortar. [...]

Realmente, o que não faltam é pessoas que só sabem dizer que a lei é para cumprir quando estão de acordo com ela…

Ainda dentro do mesmo tema, também li hoje isto no Zero de Conduta:

O aborto às 920 semanas
[...] Uma mulher madeirense pretende abortar. Desloca-se a um hospital onde, cumprindo ordens de Alberto João Jardim, lhe barram a pretensão a um direito consagrado na lei. Ouviu o Presidente nas rádios e televisões. Protesta e recorre às instâncias judiciais. Quando o seu filho está na universidade, o tribunal dá-lhe razão.

Quanto a isto, a pergunta que faço é a seguinte: o tempo de espera para um aborto (para acabar com uma vida) vai ser o mesmo que o tempo de espera para uma operação (para salvar uma vida)?

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Vendo as coisas de outro ponto de vista: O DIREITO À VIDA (E À DEMOCRACIA) DAS CRIANÇAS MADEIRENSES

Sugestões de leitura (3)

Sábado, 21 de Julho de 2007

Sobre os sindicatos…

Será que a separação de poderes existe realmente?

Os EUA no séc. XXI:

Turismo eleitoral

Domingo, 15 de Julho de 2007

Gostei desta expressão que encrontrei no Abrupto. Realmente os políticos não param de nos surpreender, ir buscar pessoas de fora do concelho para apoiarem o candidato do partido à Câmara Municipal de Lisboa mostra bem o estado a que chegamos… O melhor de tudo ainda é encontrar pessoas que nem sabiam o que lá estavam a fazer.

BE

Quarta-feira, 11 de Julho de 2007

Parece que o BE só sabe exigir que os autarcas dos outros partidos se demitam quando são arguidos em algum processo. Agora quando são os elementos do seu partido que se encontram nessa situação, já não é preciso eleições antecipadas…

De Lisboa a Salvaterra vai a distância da demagogia da extrema-esquerda